Podcast
O que esperar do mercado para hoje.
Panorama
As principais cotações no Brasil e no Mundo.

#ExploreSeusHorizontes

Top

Renda Fixa

O que é Renda Fixa?

Os investimentos em Renda Fixa se dividem em dois tipos de ativos: Títulos Públicos e Títulos Privados. Em ambos os casos, quando você compra um título de renda fixa você está emprestando dinheiro ao emissor do papel, que pode ser um banco, uma construtora e qualquer outra empresa privada ou mesmo o governo. Em troca, recebe juros até a data de vencimento desse título, quando ocorre o resgate. Esse juro é a remuneração que você recebe por emprestar seu dinheiro.

 

Na renda fixa você escolhe quanto vai investir, em quanto tempo vai retirar o dinheiro e qual retorno esperado. Você pode acordar a remuneração no momento da aplicação (taxa pré) ou acompanhar as oscilações de uma taxa ou índice específico (taxa pós). Vale lembrar que, embora a remuneração de um título prefixado já é conhecida, ela é garantida apenas para aquele investidor que mantiver o dinheiro aplicado até a data do vencimento. Caso ocorra resgate antes do prazo, o valor do título poderá ser diferente, resultando em possíveis perdas.

Dentre os títulos que podem ser negociados, destacam-se alguns deles:

Títulos Públicos

Debêntures

CRIs

CDBs

LCIs

LCAs

Outros

  • Risco
  • Preços
  • Resgate
  • Imposto
Baixo / Médio

O risco de um ativo de renda fixa varia de acordo com o tipo do título e também o seu emissor. Dentre os principais títulos, podemos classificar:

 

Título Público:  Risco Baixo. Esse é tido como o investimento de mais baixo risco pelo mercado.

 

Debênture: Risco Médio. O grau de risco varia de acordo com a saúde financeira da empresa emissora, mas esse é um título SEM mecanismos de garantia na maioria das vezes, como a cobertura do FGC.

 

CRI: Risco Médio. O grau de risco varia de acordo com a saúde financeira da empresa emissora. Entretanto, esse é um título COM mecanismos de garantia na maioria das vezes, como a cobertura do FGC.

 

CDB: Risco Baixo. O grau de risco varia de acordo com a saúde financeira da empresa emissora, mas esse é um título COM mecanismos de garantia na maioria das vezes, como a cobertura do FGC.

 

LCI: Risco Baixo. O grau de risco varia de acordo com a saúde financeira da empresa emissora, mas esse é um título COM mecanismos de garantia na maioria das vezes, como a cobertura do FGC.

 

Em todos os títulos, destacam-se sobretudo 3 riscos:

 

  • Risco de Crédito: A capacidade do emissor em honrar o pagamento.
  • Risco de Liquidez: A capacidade de venda ou resgate do papel a qualquer momento ao preço desejado.
  • Risco de Mercado: Atrelado ao risco do indexador do papel, que será marcado diariamente a mercado e poderá sofrer forte volatilidade.
Custo zero
Mínimo de 1 dia útil

A liquidação de um título de renda fixa, quando disponível, ocorre em 1 dia útil. No entanto, existem títulos que possuem prazo de carência, que é o período mínimo que o dinheiro deve ficar aplicado. Vale lembrar também que quando houver a possibilidade de resgate antecipado, o investidor pode ser penalizado financeiramente, reduzindo a rentabilidade do título.

De 15% a 22,5% de I.R.

Há incidência de imposto de renda sobre o rendimento da operação, que segue a tabela regressiva das operações de renda fixa.

 

As alíquotas aplicadas dependem do prazo da aplicação:

 

  • 22,5% para operações até 6 meses;
  • 20% para operações entre 6 e 12 meses;
  • 17,5% para operações entre 12 e 24 meses;
  • 15% para operações acima de 24 meses.

 

 

Há isenção de IR para as aplicações em CRI, LCI, LCA, Poupança e Debêntures Incentivadas.

 

Obs: Há também cobrança de IOF quando houver resgate antes de 30 dias uteis após a aplicação. A alíquota varia entre 0% e 96% sobre o rendimento, dependendo do prazo.